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Antes de assinar, todo mundo faz a mesma pergunta: se eu colocar esse dinheiro, o que eu recebo de volta? A resposta honesta não é um número, é uma faixa. Aqui você vê o pessimista, o realista e o otimista da mesma verba, lado a lado.
Quanto vai para o Google e para o Meta por mês. É a mesma nos três cenários: o que muda entre eles é o resultado que ela compra.
Quanto você paga em anúncio para uma pessoa chamar no WhatsApp ou preencher o formulário. Não sabe ainda? Estime, e corrija com o número real depois do primeiro mês.
Das últimas dez pessoas que te procuraram, quantas fecharam? Duas em dez são 20%. Este é o campo que mais muda a conta.
Quanto entra, em média, de um cliente novo. Se você vende recorrente, use o valor do primeiro mês.
De cada R$ 100 vendidos, quanto sobra antes de pagar o anúncio. É o que define o teto do custo por cliente.
Multiplica receita e lucro pelo período. Assume performance estável.
Lead 25% mais caro e fechamento 25% pior que o esperado.
Os números que você informou, sem folga para nenhum lado.
Lead 25% mais barato e fechamento 25% melhor que o esperado.
O link guarda os números dentro do próprio endereço. Quem tiver o link vê esta mesma simulação.
Com R$ 4.000 por mês, a projeção vai de 12 a 33 clientes novos por mês, com 20 no cenário do meio. A faixa existe porque o custo por lead e a taxa de fechamento só ficam conhecidos depois do primeiro mês rodando com a medição ligada.
No cenário realista, cada cliente novo sai por R$ 200,00, contra um teto de R$ 600,00 que o ticket de R$ 1.500 e a margem de 40% permitem. O ROAS fica em 7,50x, e o equilíbrio dessa operação é 2,50x.
No mês, o investimento é de R$ 4.000 e o retorno projetado vai de R$ 3.200 a R$ 16.000 de lucro, com R$ 8.000 no meio. É lucro depois da margem e depois da verba, sem contar o custo da gestão, que entra por fora.
A verba é a mesma nos três cenários. O que muda é o preço da conversa: se o lead custa mais caro, a mesma verba compra menos gente. É por isso que o custo por lead é o primeiro número a medir de verdade, e não a estimar para sempre.
O segundo número que separa os cenários. Dobrar o fechamento tem o mesmo efeito no resultado que cortar o custo por lead pela metade, e quase sempre é mais barato de fazer: depende de velocidade de resposta e de roteiro de atendimento, não de leilão.
De propósito. Eles são características do seu negócio, não da campanha: o anúncio muda quantas pessoas chegam e a que custo, não quanto cada uma paga. Variar os quatro números ao mesmo tempo faria o otimista subir tanto que ele deixaria de ser um teto plausível.
A conta que quase ninguém faz. Lead a R$ 40 com 20% de fechamento dá cliente a R$ 200. Enquanto esse número ficar abaixo do teto que o ticket e a margem permitem, aumentar a verba aumenta o lucro. Acima dele, aumentar a verba multiplica o prejuízo.
É o lucro antes do custo da gestão, que entra por fora e sai da mesma margem. Quando o pessimista fecha negativo e o realista não, existe uma taxa de fechamento exata em que a conta empata, e a página mostra qual é: é o número para acompanhar nas primeiras semanas.
Aritmética simples, com uma ressalva que precisa ser dita: ela assume performance estável e não considera sazonalidade nem ciclo de venda longo. Serve para dimensionar a ordem de grandeza do período, não para prever o mês a mês.
Os três cenários são projeção, não promessa. A folga de 25% e o piso de verba diária citados aqui são referências da operação da Rise, não regras das plataformas. Servem para dimensionar a decisão do primeiro mês. Do segundo em diante, o número que manda é o seu.
Ainda não sabe de quanto precisa? Faça o caminho inverso: parta da meta de clientes e veja a verba sair da conta.
Calcule quanto investir por mêsAs outras ferramentas gratuitas da Rise, e os textos com a fonte de cada número:
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